O tratamento com ozônio medicinal – também conhecido como Ozonioterapia – foi desenvolvido na Alemanha no final do século XIX e está disponível em mais de 50 países em todos os continentes. Rússia, China, Itália, Portugal, Espanha, Turquia, Grécia, Egito, Cuba, Honduras e vários países do Leste Europeu inclusive disponibilizam a terapia nos seus sistemas públicos de saúde há décadas. Na Alemanha, os seguros de saúde reembolsam procedimentos variados de Ozonioterapia desde a década de 1980 e o tratamento também é oferecido em 23 estados nos Estados Unidos.

A Ozonioterapia ou Oxigênio-ozonioterapia, à semelhança da Oxigenioterapia hiperbárica, utiliza um gás medicinal eficaz e seguro, produzido a partir do oxigênio puro medicinal. No Brasil, a Ozonioterapia foi inserida pelo Ministério da Saúde como prática integrativa do Sistema Único de Saúde (SUS) em março de 2019. Na literatura internacional, é observada melhora expressivamente na qualidade de vida dos pacientes e as estatísticas comprovam a eficácia do uso da Ozonioterapia nas suas diversas aplicações .

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OZONIO É VIDA

A ozonioterapia consiste na mistura de gás ozônio com oxigênio medicinal, que ao ser aplicado no corpo do paciente para tratamento de enfermidades ou lesões, atua como um verdadeiro bálsamo.

O método é usado no tratamento de patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica (deficiência na circulação sanguínea).

Por ter propriedades bactericidas e fungicidas, a ozonioterapia possui amplo uso no tratamento de feridas infectadas e no controle de infecções hospitalares, reduzindo significativamente o risco de doenças crônicas, procedimentos de alta complexidade, uso de medicamentos de alto custo e, ainda, acelerando o processo de reabilitação do paciente.

Pode ser indicada para tratamento de diversas patologias, dentre as quais:

• Varizes e úlceras varicosas;
• Celulite
• Gordura Localizada
• Estrias
• Rejuvenescimento Facial
• Melasma
• Queda de Cabelos
• Emagrecimento
• Pé diabético;
• Queimaduras;
• Problemas circulatórios em geral;
• Colites, proctites, fístulas e demais afecções do trato intestinal;
• Problemas osteoarticulares com inflamações crônicas, como artrites, tendinites, artroses;
• Hérnia e protusão discal com dores lombares e cervicais;
• Condições de imunodeficiência;
• Doenças auto-imunes;
• Como terapia complementar em certos tipos de câncer;
• Como coadjuvante na recuperação pós-operatória e para minimizar os efeitos debilitantes do envelhecimento.